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Paul Marshall

@kenilworth.house

Tal como a renovação de uma divisão para uma nova estação, um pequeno começo pode dar origem a importantes resultados. Este é o Paul, um designer gráfico que, após uma visita imprevista a uma propriedade, se lançou na missão de transformar um edifício construído em 1911 numa deslumbrante e surpreendentemente sofisticada casa.

Histórias de clientes

Alguma vez tinhas imaginado que poderias ser responsável por um projeto de renovação?

Não, nunca. O Richard e eu comprámos a Kenilworth House em junho de 2018. No entanto, para dizer a verdade, não era essa a propriedade que pretendíamos comprar. Gostávamos dos elementos originais e das formas peculiares das divisões, mas o interior estava muito ultrapassado e sabíamos que iríamos querer fazer muitas alterações estruturais.

Posto isto, agendámos uma visita, simplesmente para excluir aquela possibilidade. Pensámos que iria estar cheia de humidade, que iria cheirar mal e que iríamos fugir a gritar. Na verdade, antes mesmo de fecharmos a porta, percebemos que esta iria ser a nossa casa.

Então, como é que a casa vos conquistou?

Transmitia uma ótima sensação. Dava para perceber que tinha sido uma casa de família feliz. Trudy, a vendedora, tinha vivido lá desde meados dos anos 60. Nessa altura, toda a gente removia os elementos antigos. Ela não o tinha feito, por isso, felizmente, temos as cornijas, os tetos ornamentados e as janelas com vitrais. O jardim está voltado a sul e estamos numa localização de primeira escolha, a dez minutos a pé da praia e muito mais.

FALA-NOS DO PROCESSO DE RENOVAÇÃO.

Detesto seguir regras. E ser diferente exige planeamento. Começámos pelo salão da frente e pelo quarto principal, porque apenas precisavam de alterações de cosmética. Já a cozinha demorou um ano a ser planeada. Não bastava deitar algumas paredes abaixo e encontrar peças de mobiliário.

Com tanta inspiração, principalmente do Pinterest e do Instagram, é fácil sair do caminho certo e tentar amontoar tudo. Por isso, antes de me dedicar a uma determinada divisão, tenho pelo menos duas folhas de cálculo com orçamentos, produtos e onde os podemos encontrar. Também criamos painéis de inspiração.

Felizmente, o Richard e eu temos gostos semelhantes e não seguimos regras. Alguns comentários referem que uma das decisões que tomámos não está de acordo com a idade da casa. Não somos meros depositários e não estamos em 1911. Tentamos encontrar um bom equilíbrio entre o moderno e o tradicional. E apesar de não podermos ter a certeza de que estaremos aqui para sempre, não estamos a pensar no valor de revenda. Basicamente, fazemos aquilo que nos apetece.

Vela da paz
Visual retro
Galeria de parede
Sala de estar com paredes azuis e sofá verde
Grande plano de livro e Imola

Qual é a vossa parte favorita da casa?

Adoramos a nova cozinha/salão, ou sala de dia como gostamos de lhe chamar. Mudou a forma como vivemos. Como está na parte sul da casa, é bastante luminosa. Posso perfeitamente passar o dia todo sentado à mesa de jantar. É onde costumo trabalhar. Também faço tricô e croché nessa divisão. A sala foi inspirada no Quarto 606 de Arne Jacobsen e tem uma agradável atmosfera de meados do século XX.

Recebemos muitos comentários acerca dos azulejos da lareira. Existe o mito de que os azulejos são só para casas de banho e cozinhas. Não são. Os nossos azulejos são discretos e, em conjunto com os armários de cozinha em nogueira e uma mistura de peças de mobiliário dinamarquesas contemporâneas e de meados do século XX, ajudaram a criar um espaço contínuo que é o que mais utilizamos.

Como é que incluem tantos objetos e conseguem evitar a desarrumação?

Depois de decorarmos um espaço, retiramos alguns objetos, porque quase sempre incluímos demasiados objetos. Como qualquer outra pessoa, adoro ver as minhas novas aquisições em exposição. No entanto, é sempre possível arrumar alguma coisa e depois renovar o espaço fazendo alternar várias peças. Além disso, coloco objetos em locais pouco convencionais. Por exemplo, já utilizámos fios para pendurar plantas em calhas para quadros. Não é nada de radical, mas são estes pequenos toques que nos ajudam a dar identidade a um espaço.

QUAIS SÃO OS TEUS OBJETIVOS PARA UM FUTURO NÃO MUITO DISTANTE?

Comecei há pouco tempo a trabalhar como gestor de marca para uma empresa de artigos de luxo, por isso vou dedicar bastante tempo a desenvolver essa função. Além disso, quero fazer uma pausa nos projetos de renovação de maior envergadura e passar mais tempo a desfrutar da nossa casa e da nossa incrível localização.

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